O desporto que vamos falar nesta entrada é o Ciclismo Adaptado.
Paralisados cerebrais, deficientes visuais, amputados e lesionados medulares (cadeirantes) competem nas categorias masculina e feminina. O ciclismo paralímpico pode ser praticado como modalidade individual ou por equipa. As regras seguem as da União Internacional de Ciclismo-UCI, mas com pequenas alterações relativas à segurança e à classificação dos atletas, feitas pela entidade que gerencia a modalidade: o Comité de Ciclismo do Comité Paralímpico Internacional.
As bicicletas podem ser de modelos convencionais ou triciclos (para paralisados cerebrais, segundo o grau de lesão). O ciclista cego compete em bicicleta dupla – também chamada de “tandem” – com um guia que pedala no banco da frente. Ambos podem ser do mesmo sexo ou não. Para os cadeirantes, a bicicleta é pedalada com as mãos: é o “handcycling”.
As provas são de velódromo, estrada e contra-relógio. No velódromo, as bicicletas não têm marchas e percorrem uma pista oval que varia entre 250 e 325m de extensão. Diversas são as distâncias percorridas e os tipos de prova, sendo a velocidade uma constante fundamental. Na estrada, os ciclistas de cada categoria saem ao mesmo tempo. As competições são as mais longas da modalidade, com até 120km de percurso. Além da velocidade, é fundamental ter uma grande preparação física. As disputas de contra-relógio exigem mais rapidez do que resistência. Cada atleta sai de um em um minuto, e pedala contra o tempo. Com isso, a posição dos ciclistas na pista não diz, necessariamente, a colocação real em que se encontram.
Uma modalidade muito semelhante ao ciclismo convencional.
El deporte que hablamos en esta entrada es el Ciclismo Adaptado.
Los paralizados cerebrales, deficientes visuales, amputados y lesionados de médula espinal (sillas de ruedas) compiten en las categorías masculina y femenina. El ciclismo paralímpico puede ser practicado como un deporte de equipo o individual. Las normas siguen la Unión Ciclista Internacional, UCI, pero con cambios menores respecto a la seguridad y la clasificación de los atletas que es gestionado por la Comisión de Ciclismo del Comité Paralímpico Internacional.
Las bicicletas pueden ser modelos convencionales o triciclos (para la parálisis cerebral, según el grado de lesión). El ciclista ciego compite en bicicleta doble - también llamada "tandem" - con una guía que viaja en el asiento delantero. Ambos pueden ser del mismo sexo o no. Para los usuarios de silla de ruedas, la bicicleta es pedalear con las manos: el "conduce un triciclo.
Las pruebas son de velódromo, carretera y contrarreloj. En el velódromo, las bicicletas no tienen marchas y corren en una pista ovalada que varía entre 250 y 325 m de longitud. Varias son las distancias recorridas y los tipos de pruebas, siendo la velocidad fundamental. En las carreteras, los ciclistas de cada categoría van al mismo tiempo. Las competiciones son las más largas del deporte, con un máximo de 120 kilometros de ruta. Además de la velocidad, es esencial contar con un gran esfuerzo físico. Controversias en contra de la velocidad de reloj requiere algo más que resistencia. Cada atleta deja a uno en un minuto, y el pedal contra el tiempo. Por lo tanto, la posición de los ciclistas en el camino no conduce necesariamente a la colocación de concreto en el que están.
Una modalidad muy semejante al ciclismo convencional.
A modalidade que vamos apresentar é o Ténis em Cadeira de Rodas.
O ténis em cadeira de rodas é jogado nos mesmos campos do ténis convencional. O desporto segue as mesmas regras, com a diferença que a bola pode dar até dois toques no solo antes de ser rebatida (o primeiro toque deve ser sempre dentro do campo).
As partidas podem ser de simples ou duplas e são sempre disputadas em melhor de 3 sets. O desporto requer um alto nível de técnica dos atletas, velocidade, resistência física, reflexos, precisão e força. O Ténis em Cadeira de Rodas é disputado nas categorias masculino, feminino, tetraplégicos e juniores.
O único requisito para que uma pessoa possa competir em cadeira de rodas é ter sido medicamente diagnosticada uma deficiência relacionada com a locomoção, por outras palavras, deve ter total ou substancial perda funcional de uma ou mais partes extremas do corpo. Se, como resultado dessa limitação funcional, a pessoa for incapaz de participar de competições de ténis para pessoas sem deficiência física (deslocar-se no campo com velocidade adequada), estará credenciada para participar nos torneios de ténis para cadeirantes.
Este é um óptimo exemplo de um desporto adaptado que se assemelha quase por completo ao ténis convencional. No final desta entrada apresentamos um vídeo demonstrativo deste desporto
La modalidade que aqui vamos presentar es el Tenis en Silla de Ruedas.
El tenis en silla de ruedas se juega en los mismos campos de tenis convencionales. El deporte sigue las mismas reglas, excepto que el balon puede tocar hasta dos golpes en el suelo antes de ser golpeados de nuevo (el primer toque debe ser siempre en el campo).
Los juegos pueden ser simples o dobles y siempre se jugó en el mejor de 3 sets. El deporte requiere un alto nivel de destreza de los atletas, velocidad, resistencia, reflejos, precisión y fuerza. El tenis en silla de ruedas se juega en las categorías masculina, femenina, junior y tetrapléjicos.
El único requisito para que una persona pueda competir en una silla de ruedas es que ha sido diagnosticada médicamente una discapacidad relacionada con la movilidad, en otras palabras, debe haber pérdida sustancial o total de la función de uno o más bordes del cuerpo. Si, como resultado de la limitación funcional, la persona es incapaz de participar en las competiciones de tenis para las personas sin discapacidad (se mueven en el terreno con la velocidad adecuada), serán invitadas a participar en torneos de tenis para los usuarios de silla de ruedas.
Este es un gran ejemplo de un deporte adaptado que se asemeja casi totalmente al tenis convencional. Al final de esta entrada de presentar un vídeo de demostración de este deporte.
Fonte: • Coppenolle, H. (nd). ADAPT- Curriculum Europeu em Actividade Física Adaptada. (Livro/Libro) • Blog Diferença e Diversidade
Video de uma demonstração de tenis com Rafael Nadal e uma atleta em cadeira de rodas / Video de demostración de tenis con Rafael Nadal y una atleta en silla de ruedas Video por: RafaelNadalChannel
A modalidade que vamos apresentar nesta entrada é o Tiro.
Para se praticar este desporto é necessário ter a precisão apurada. Administram a modalidade tanto a Federação Internacional de Tiro Desportivo -ISSF quanto o Comité de Tiro Desportivo do Comité Paralímpico Internacional.
As regras das competições para atletas convencionais e com deficiência são basicamente as mesmas, porém com pequenas adaptações. Pessoas amputadas, paraplégicas, tetraplégicas e com outras deficiências locomotoras podem competir nas competições masculinas e no femininas. As regras do tiro paralímpico variam de acordo com a prova, distância e tipo do alvo, posição de tiro, número de disparos e o tempo que o atleta tem para atirar. Em cada competição as disputas ocorrem numa fase de classificação e numa final. Todas as pontuações de ambas as fases são somadas e vence quem obtiver mais pontos. O alvo é dividido em dez circunferências que valem de um a dez pontos e são subdivididas, cada uma, entre 0.1 e 0.9 pontos. A menor e mais central circunferência vale dez pontos. Sendo assim, o valor máximo que pode ser conseguido é de 10.9.
É notável o alto grau de tecnologia que a modalidade requer. Durante os Jogos Paralímpicos, por exemplo, os alvos são electrónicos e os pontos poderão ser imediatamente projectados num placar. As roupas e as armas utilizadas no desporto também possuem um considerável nível tecnológico. Há diferenças nas roupas das provas, consoante o tipo de arma. Nas competições de rifle, é necessário usar uma roupa com espessura, estipulada pela ISSF. Por sua vez, em eventos de pistola, os atiradores só são obrigados a usar sapatos especiais feitos de tecido, que dão mais estabilidade aos atletas.
Rifles e pistolas de ar, com cartuchos de 4.5mm, são utilizados nos eventos de 10 metros de distância. Já nos 25 metros, uma pistola de perfuração é utilizada com projécteis de 5.6mm. Rifles de perfuração e pistolas são as armas das provas de 50m, também com as balas de 5.6mm de diâmetro.
Hola!
La modalidad que vamos presentar en esta entrada es el Tiro.
Para practicar este deporte debe tener una precisión exacta. Administran el deporte tanto la Federación Internacional de Tiro Deportivo (ISSF), como el Comité Tiro Deportivo del Comité Paralímpico Internacional.
Las normas de las competiciones para los atletas con discapacidad y convencionales son básicamente las mismas pero con pequeños ajuste. Amputados, parapléjicos, tetrapléjico y otras discapacidades del aparato locomotor pueden competir en competiciones masculinas y femeninas. Las reglas del tiro Paralímpicos rango de acuerdo a la competición, la distancia y el tipo de blanco, el número de disparos y el momento en que el atleta tiene que disparar. En cada uno de las competiciones las disputas se producen en una fase de clasificación y una final. Todos los resultados de ambas fases se suman y que gana obtiene más puntos. El blanco está dividido en diez círculos vale de uno a diez puntos y se subdividen, cada uno de entre 0,1 y 0,9 puntos. El círculo más pequeño y más central vale diez puntos. Así, el máximo que puede alcanzar es de 10,9.
Es notable el alto grado de tecnología que la modalidad requiere. Durante los Juegos Paralímpicos, por ejemplo, los objetivos son electrónicos y los puntos pueden ser inmediatamente proyectó en una pantalla. La ropa y las armas utilizadas en el deporte también tienen un considerable nivel de tecnología. Existen diferencias en la ropa de las pruebas, según el tipo de arma. En los concursos de “rifle”, debe utilizar una ropa con una cierta espesura, estipulado por la ISSF. A su vez, en los eventos de pistola, los tiradores sólo están obligados a usar zapatos especiales hechos de tela, que les da más estabilidad a los atletas.
Fusiles y pistolas, cartuchos de aire a 4,5 mm, se utilizan en los eventos de 10 metros. Ya en los 25 metros, un arma de la perforación se utiliza con proyectiles de 5.6mm. Rifles y pistolas de perforación son las armas de las pruebas de 50 metros, también con las balas de 5.6mm de diámetro.
Fonte: • Coppenolle, H. (nd). ADAPT- Curriculum Europeu em Actividade Física Adaptada. (Livro/Libro) • Blog Diferença e Diversidade
O hóquei no gelo entrou no programa paralímpico de Inverno em Lillehammer’94 (Noruega) e é praticado por pessoas com deficiência física nos membros inferiores. Este é um dos desportos de Inverno mais atractivo para os seus espectadores, dado que se joga a um ritmo rápido e com bastante contacto físico, tal como o rugby em cadeira de rodas! Em vez de usarem patins, os atletas utilizam uns trenós que permitem que a lâmina passe por baixo. Além disto, utilizam-se dois “sticks” que servem para que o jogador possa movimentar-se no campo e para rematar à baliza. Os jogos são disputados em três tempos de quinze minutos e participam cinco jogadores por equipa. O hóquei no gelo depende do Comité Paralímpico Internacional (IPC) e está regulamentado pela Federação Internacional de Hóquei.
Uma boa notícia para as senhoras que também gostam deste desporto é que este ano, nos Jogos Paralímpicos de 2010, também elas vão poder participar, uma vez que vai ser a primeira vez que os Jogos Paralímpicos albergam uma competição feminina de hóquei no gelo! Boa Sorte!
No final desta entrada encontra-se um video promocional deste desporto nos E. U. A..
El hockey sobre hielo entró en el programa paralímpico de invierno en Lillehammer’94 (Noruega) y es practicado por personas con discapacidad física en sus extremidades inferiores. Se trata de uno de los deportes de invierno con más atractivo para el espectador, debido a que se juega a un ritmo rápido y con un tremendo contacto físico. En lugar de patines, los jugadores usan unos trineos que permiten que la pastilla les pase por debajo. Además se utilizan dos sticks que sirven para que el competidor pueda desplazarse por el terreno de juego y para disparar a portería. Los partidos se disputan en tres tiempos de quince minutos y participan cinco jugadores por equipo. El hockey sobre hielo paralímpico depende del Comité Paralímpico Internacional (IPC) y está reglado por la Federación Internacional de Hockey.
Una buena noticia para las chicas que también les gusta esto deporte es que, este año, en los Juegos Paralímpicos de Vancouver 2010, también ellas pueden participar, pues estos serán los primeros en albergar una competición femenina de hockey sobre hielo! ¡Buena Suerte!
Al final de la entrada esta un video de promoción a esto deporte en los EE. UU.
A vela como actividade física é um desporto com características muito próprias que desenvolve capacidades variadas transmitindo ao praticante confiança e autonomia suficientes para ultrapassar situações difíceis que possam surgir no dia-a-dia. Em Portugal, mais especificamente no Funchal e em Cascais, existem dois projectos muito interessantes, designadamente “Vela para Todos” e “Vela Sem Limites” os quais se dedicam à prática da vela por portadores de deficiência.
Comparativamente com a vela tradicional, os barcos de vela adaptada têm de ser mais seguros e não podem virar. A prática da modalidade exige um menor esforço físico, mas em termos teóricos, técnicos e tácticos é muito semelhante à vela tradicional.
Os Jogos Paralímpicos de 2008 marcaram a primeira participação portuguesa na competição em vela adaptada. Bento Amaral e Luísa Silvano garantiram o apuramento no Campeonato do Mundo de Vela Adaptada de 2007, que se realizou em Rochester, nos EUA, e no qual se classificaram em 13º lugar. Conseguiram ficar na 42º posição, no entanto, a dupla já conquistou no Campeonato do Mundo de Skud-18, em 2008, a medalha de Bronze.
A vela torna-se então uma oportunidade privilegiada de obter (ou manter) uma relação os desportos aquáticos e o mar.
Vela como actividad física es un deporte con sus propias características y desarrolla diversas capacidades ayudando a transmitir confianza y autonomía para superar las situaciones difíciles que puedan surgir en el día a día.
En Portugal, más concretamente en Funchal y Cascais, hay dos proyectos interesantes, "Vela para Todos" y "Vela sin límites", que ayudan la navegación para personas discapacitadas.
En comparación con la vela tradicional, los veleros están adaptadas a ser más segura y no puede girar. El modo de la práctica requiere menos esfuerzo físico, pero en teoría, técnica y táctica es muy similar a la navegación tradicional.
Los Juegos Paralímpicos de 2008 marcó la primera en la participación portuguesa en la vela adaptada. Bento Amaral y Luisa Silvano han automáticamente habilitado en el Campeonato del Mundo de Vela Adaptada de 2007, celebrada en Rochester, EE.UU., y en el que se clasificó en 13 ª posición, quedandosé en 42º en los Juegos. Sin embargo, la pareja ha ganado en la Copa del Mundo Skud-18, en 2008, la medalla de bronce.
La vela se convierte en una buena oportunidad para obtener (o mantener) una lista de los deportes de agua y el mar.
Nesta entrada vamos apresentar um desporto radical que pode ser praticado pelos portadores de deficiência.
O desejo de deixar as estradas e ficar fora do caminho batido é, provavelmente, tão antigo quanto as montanhas. Mas para os menos capacitados fisicamente, a realização de tais desejos é mais recente. O desporto todo-o-terreno em cadeira de rodas nasceu aquando do desenvolvimento do ciclismo de montanha, nas montanhas ao norte de San Francisco. No final da década de 80, John Castellano, um cientista da NASA, teve a ideia de criar um híbrido algures entre uma cadeira de rodas desportiva e uma bicicleta de montanha, de forma a superar as limitações das cadeiras de rodas tradicionais do quotidiano. Actualmente existem vários modelos, alguns já com motor incorporado. Esta actividade pode ser praticada tanto como lazer, com amigos e familiares, como competitivamente.
Corrida: Hoje é praticada quase exclusivamente nos E.U.A. e Canadá, com alguns eventos raros na Suécia e no Japão. Frequentemente agrupados com o circuito de corridas NORBA, uma associação americana de bicicleta de montanha, a corrida consiste em três tipos de modalidades: downhill, slalom paralelo e cross country. O interesse crescente neste desporto levou os organizadores do NORBA a adaptar as suas rotas, tornando-as compatíveis com os percursos todo-o-terreno em cadeira de rodas. É uma modalidade, no entanto, segura, uma vez que há parâmetros definidos que têm que ser seguidos.
Downhill: Esta modalidade foi a base deste desporto. A sua prática usual é em caminhos com declive negativo, uma vez que o peso da cadeira torna mais difícil de se segurar em terreno plano e subidas. O percurso pode ser acompanhado por outros ciclistas ou a pé, enquanto a técnica é aperfeiçoada. Todo o grupo mantém então o ritmo constante, e todos vão desfrutar da experiência. Os pontos altos de partida são geralmente atingidos de carro ou elevador mecânico.
Apenas para o lazer: Um dos aspectos que é provavelmente o mais atraente, é simplesmente compartilhar o que quiser com as pessoas que você gosta. Não pensar apenas como um desporto, mas numa forma de lazer.
O video colocado no fim da entrada tenta demonstrar,um pouco, o quanto pode radical este desporto!! Esperamos que vocês gostem...
Hola!
En esta entrada vamos presentar un deporte radical que puede ser praticado por los portadores de deficiencia. El deseo de abandonar los caminos y andar fuera del camino trillado es probablemente tan antiguo como las montañas. Pero para los menos personas sin discapacidad, la realización de tales deseos es más reciente. El deporte en silla de ruedas todo-terreno nació durante el desarrollo del ciclismo de montaña en las montañas al norte de San Francisco. En los años 80, John Castellano, un científico de la NASA, tuvo la idea de crear un híbrido, que junta una silla de ruedas y una bicicleta de montaña, con el fin de superar las limitaciones de sillas de ruedas tradicionales para esto tipo de actividad. Actualmente, hay varios modelos, algunas disponen de motor integrado. Esta actividad se puede practicar tanto como de ocio, con los amigos y la familia, como competitiva.
Carrera: Se practica casi exclusivamente en los EE.UU. y Canadá, con una serie de eventos poco frecuentes en Suecia y Japón,: A menudo agrupados con el circuito NORBA, una asociación americana de bicicleta de montaña, la carrera consta de tres tipos de modalidades: “Downhill”, “Slalom Paralelo” y “Cross Country”. El creciente interés en esto deporte, levo a que los organizadores de la NORBA para ajustar sus rutas, haciéndolas compatibles con las rutas de acceso para sillas de ruedas todo-terreno. Se trata de una modalidad, sin embargo, segura, ya que hay parámetros que deben seguirse.
Downhill: Este modo es la base de este deporte. La práctica habitual consiste en caminos con pendiente negativa, ya que el peso de la silla hace más difícil mantener esta en suelo sin pendiente y cuesta arriba. El curso puede ser acompañado por otros ciclistas o de a pie, mientras se perfecciona la técnica. Todo el grupo se mantiene a ritmo constante, y todo el mundo disfrutar de la experiencia. Los puntos más altos de salida son generalmente accesible en coche o mecánico de ascensor.
Sólo por Ocio: Un aspecto que es probablemente lo más atractivo, es simplemente compartir el momiento con la gente que se gusta. No se limites a pensar como un deporte, sino que de una forma de ocio.
El vídeo colocado al final de la entrada para mostrar, más bien, ¿cómo puede este deporte radical! Esperamos que os guste ...
Fonte: • Coppenolle, H. (nd). ADAPT- Curriculum Europeu em Actividade Física Adaptada. (Livro/Libro) • FTT
Video deste desporto radical / Video de esto deporte radical